Sintomas

Dengue: sintomas, sinais de alarme e quando procurar atendimento

Escrito pela equipe editorial do Plantão 24h e revisado pelo Dr. Leonardo Silva Vieira Filho - CRM 33727/GO | Publicado em | Última revisão médica: | 10 min de leitura

Conteúdo educativo. Não substitui consulta médica.

Mulher adulta com febre deitada na cama, mão pressionando a testa suada e termômetro na outra mão, rosto corado e abatido
Resposta rápida

A dengue é uma virose transmitida pela picada do mosquito Aedes aegypti. O quadro clássico começa de repente, com febre alta (geralmente 39-40 °C), dor de cabeça, dor atrás dos olhos, muita dor no corpo e nas articulações e, em parte dos casos, manchas vermelhas na pele. Na maioria das pessoas, é uma doença que melhora sozinha em cerca de uma semana, e o cuidado é de suporte: repouso, muito líquido e controle da febre e da dor com paracetamol, sob orientação médica. O ponto mais importante é não usar AAS (aspirina) nem anti-inflamatórios (como ibuprofeno, diclofenaco e nimesulida) por conta própria, porque aumentam o risco de sangramento. Procure atendimento imediato se aparecerem sinais de alarme: dor na barriga forte e contínua, vômitos que não param, sangramento, sonolência ou irritação, tontura ou desmaio, e principalmente piora justamente quando a febre cede. A confirmação e a avaliação de gravidade muitas vezes exigem exame e hemograma com plaquetas - a teleconsulta orienta, mas reconhece quando é hora de buscar atendimento presencial.

Pontos-chave
  • Febre alta que começa de repente + dor atrás dos olhos + dor no corpo é o trio clássico que levanta a suspeita de dengue em época de surto.
  • Nada de AAS (aspirina) nem anti-inflamatórios por conta própria. O controle da febre e da dor costuma ser feito com paracetamol, mas a escolha e a dose devem ser orientadas por um médico.
  • O período mais perigoso costuma ser quando a febre baixa, em geral entre o 3º e o 7º dia. É aí que podem surgir os sinais de alarme - e não é hora de relaxar.
  • Hidratação é o pilar do cuidado em casa. Beber líquido com frequência ajuda o corpo a se recuperar e a evitar complicações.
  • Confirmar a dengue e medir a gravidade muitas vezes pede exame. Na nossa base, a suspeita de dengue é um dos poucos motivos em que o pedido de exame (como hemograma e teste de dengue) é frequente.

Quais são os sintomas da dengue?

A dengue clássica costuma começar de repente, com febre alta (em geral 39-40 °C) que dura de 2 a 7 dias, acompanhada de dor de cabeça, dor atrás dos olhos (que piora ao mover os olhos), dor no corpo e nas articulações (a dengue já foi apelidada de "febre quebra-ossos"), cansaço e falta de apetite. Entre o terceiro e o quarto dia, muitas pessoas têm manchas vermelhas na pele, que às vezes coçam. Náusea e vômitos também são comuns. Na maior parte dos casos, é uma doença que melhora sozinha em cerca de uma semana.

Os sintomas aparecem, em média, de 4 a 10 dias depois da picada do mosquito infectado. Vale lembrar que nem toda dengue se apresenta "completa": algumas pessoas têm um quadro mais leve, parecido com uma virose qualquer, e há quem quase não sinta nada. O que costuma chamar atenção e diferenciar de um resfriado comum é a combinação de febre alta de início súbito com dor no corpo intensa e dor atrás dos olhos, especialmente em época de surto na sua cidade.

Os sintomas mais relatados pelos pacientes incluem:

  • Febre alta de início súbito (geralmente 39-40 °C).
  • Dor de cabeça e dor atrás dos olhos (dor que piora ao mexer os olhos).
  • Dor no corpo e nas articulações, dor muscular.
  • Cansaço, fraqueza e falta de apetite.
  • Manchas vermelhas na pele, em geral a partir do 3º-4º dia, podendo coçar.
  • Náusea e vômitos.

Dengue, zika ou chikungunya: como o médico diferencia

Dengue, zika e chikungunya são transmitidas pelo mesmo mosquito (Aedes aegypti) e têm sintomas que se sobrepõem, então só pelos sintomas nem sempre dá para ter certeza - é o médico, considerando o quadro e a situação da sua região, quem diferencia, às vezes com ajuda de exame. Em linhas gerais: a dengue chama atenção pela febre alta com dor no corpo e dor atrás dos olhos; a chikungunya pela dor nas articulações muito forte, que pode persistir por semanas; e a zika por um quadro em geral mais leve, com manchas e coceira mais precoces e, muitas vezes, olhos vermelhos.

O quadro abaixo resume as diferenças que o médico costuma observar. É um guia de orientação - não fecha diagnóstico, porque os quadros se misturam e a confirmação pode exigir exame:

Costuma chamar atenção porO que o médico costuma considerar
Febre alta súbita, dor atrás dos olhos, dor no corpo intensa, manchas a partir do 3º-4º diaDengue
Febre alta e dor nas articulações muito forte (mãos, pés, punhos), que pode durar semanas a mesesChikungunya
Quadro mais leve, febre baixa ou ausente, manchas e coceira mais cedo, olhos vermelhosZika

Por que essa diferença importa? Porque muda o acompanhamento e os cuidados. A dengue exige atenção redobrada aos sinais de alarme e ao período em que a febre cede; a chikungunya costuma deixar uma dor articular arrastada; e a zika tem importância especial na gravidez, pelo risco para o bebê. Por isso, mais do que tentar adivinhar "qual das três é", o objetivo em casa é reconhecer o quadro, se cuidar com segurança e saber a hora de procurar ajuda - o nome exato fica para a avaliação médica.

Sinais de alarme: quando a dengue vira emergência

A maioria dos casos de dengue é leve e se resolve em casa, mas uma parte pode evoluir para uma forma grave - e isso costuma acontecer justamente quando a febre começa a baixar, em geral entre o 3º e o 7º dia. Por isso, esse é o período de maior atenção, e não de relaxar. Os sinais de alarme abaixo pedem atendimento médico imediato, num pronto-socorro: não espere para ver se melhora.

Procure atendimento de urgência se aparecer qualquer um destes sinais:

  • Dor na barriga (abdômen) forte e contínua.
  • Vômitos que não param (vômitos persistentes).
  • Sangramento - gengiva, nariz, pele (manchas roxas), vômito ou fezes com sangue, urina escura.
  • Sonolência excessiva, irritação ou confusão (a pessoa fica muito "apagada" ou agitada).
  • Tontura, sensação de desmaio ou desmaio (sinal de queda de pressão).
  • Dificuldade para respirar.
  • Piora do estado geral bem na hora em que a febre cede - sentir-se pior, e não melhor, quando a temperatura normaliza.
A "fase crítica" é quando a febre baixa

Parece contra a intuição, mas o momento de maior risco da dengue costuma ser o da queda da febre, e não o do pico. É quando podem surgir os sinais de alarme. Então, se a febre passou mas você (ou quem você está cuidando) começou a sentir dor na barriga forte, vômitos, sangramento, muita moleza ou tontura, não interprete como "está acabando" - é hora de procurar atendimento sem demora.

Cuidados em casa: o que ajuda e o que evitar

Não existe um remédio que "cure" a dengue: o tratamento é de suporte, para o corpo se recuperar com segurança enquanto combate o vírus. Os três pilares são repouso, muita hidratação e controle da febre e da dor. Para febre e dor, o medicamento de escolha costuma ser o paracetamol, mas a dose e a indicação devem ser orientadas por um médico. O ponto inegociável é não tomar AAS (ácido acetilsalicílico, como a aspirina) nem anti-inflamatórios (como ibuprofeno, diclofenaco, nimesulida e cetoprofeno) por conta própria - eles aumentam o risco de sangramento, que é justamente uma das complicações da dengue.

O que costuma ajudar enquanto você se recupera:

  1. Beba líquido com frequência. Água, água de coco, soro de reidratação e sucos ao longo do dia. A hidratação é o cuidado mais importante em casa e ajuda a evitar complicações.
  2. Repouse. O corpo precisa de energia para se recuperar; evite esforço e atividade intensa enquanto estiver com sintomas.
  3. Controle a febre e a dor com orientação. O paracetamol costuma ser o indicado, mas converse com um médico sobre o que usar e quanto - principalmente para crianças, gestantes e quem tem outras doenças.
  4. Acompanhe os sinais de alarme. Fique atento, sobretudo no período em que a febre cede, e tenha claro o que faria você procurar um pronto-socorro.
  5. Evite que o mosquito pique você doente. Quem está com dengue pode "passar" o vírus para o mosquito, que então infecta outras pessoas. Use repelente e proteja-se nesse período.
O que NÃO fazer
  • Tomar AAS (aspirina) ou anti-inflamatórios por conta própria — AAS e AINEs (ibuprofeno, diclofenaco, nimesulida, cetoprofeno) aumentam o risco de sangramento na dengue. Para febre e dor, o caminho é o paracetamol, com orientação médica.
  • Achar que passou porque a febre baixou — o período de maior risco costuma ser justamente o da queda da febre. Mantenha a atenção aos sinais de alarme.
  • Parar de beber líquido — mesmo sem fome ou enjoado, manter a hidratação é o cuidado que mais protege em casa.
  • Tomar antibiótico por conta própria — dengue é causada por um vírus; antibiótico não trata dengue e pode atrapalhar.
  • Ignorar grupos de mais risco — crianças pequenas, idosos, gestantes e quem tem outras doenças (como diabetes) merecem atenção e avaliação mais cedo.

Exame, diagnóstico e o limite da teleconsulta

A suspeita de dengue é, em geral, clínica (pelos sintomas e pela situação da sua região), mas confirmar a doença e avaliar a gravidade costuma exigir exame - é uma diferença importante em relação à maioria das viroses. Os exames mais usados são o hemograma com contagem de plaquetas (que ajuda a acompanhar a evolução) e os testes específicos de dengue (como o teste NS1 e a sorologia). É por isso que a dengue muitas vezes pede avaliação presencial e acompanhamento, sobretudo quando há sinais de alarme ou em pessoas de mais risco.

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consultas por suspeita de dengue na Plantão 24h geraram pedido de exame (como hemograma e teste de dengue) - bem acima da média do site, em que a grande maioria das consultas não precisa de exame.
— Base Plantão 24h, jan-mai 2026, n=307 atendimentos por suspeita de dengue

O que a nossa própria base mostra. Entre as consultas em que a dengue (ou a suspeita dela) foi o motivo principal (n=307, idade mediana de 27 anos), o pedido de exame foi muito mais frequente do que no resto do site: enquanto a grande maioria das consultas do Plantão 24h se resolve sem nenhum exame, na suspeita de dengue cerca de uma em cada três levou a um pedido de exame - tipicamente hemograma com plaquetas e teste de dengue. É a tradução, no dado, de uma regra clínica simples: dengue é um daqueles quadros em que olhar a plaqueta e confirmar o vírus muda a conduta. É uma população jovem que escolheu a teleconsulta, então tende a quadros mais leves, e não é um estudo populacional - mas o recado se sustenta: na dengue, a teleconsulta orienta e tria, e parte importante dos casos segue para exame e acompanhamento presencial.

Dado operacional descritivo da telemedicina Plantão 24h (jan-mai 2026, população que tende a ser mais jovem que a média; n=307). Não é estudo clínico, diretriz nem substitui avaliação médica.

Onde a teleconsulta ajuda de verdade: orientar os cuidados de suporte com segurança (hidratação, repouso, o que usar para a febre e, principalmente, o que evitar), explicar os sinais de alarme de forma clara, ajudar a diferenciar de outras viroses, e decidir quando é hora de buscar um exame ou um pronto-socorro. Quando há febre alta junto com outros sintomas e a dúvida é "será dengue?", um clínico ajuda a colocar ordem no quadro - inclusive a separar do que pode ser uma gripe ou resfriado ou outra causa de febre. O que a teleconsulta não faz é substituir o hemograma e a avaliação presencial diante de sinais de alarme. Ser honesto sobre esse limite é parte do cuidado.

Quando procurar atendimento

Diante de uma suspeita de dengue, vale procurar avaliação médica logo no começo para orientar os cuidados e saber o que vigiar - e procurar atendimento de urgência sem demora se surgir qualquer sinal de alarme. Pessoas de mais risco (crianças pequenas, idosos, gestantes e quem tem outras doenças, como diabetes) merecem atenção e avaliação mais cedo, mesmo em quadros que parecem leves.

Dá para orientar e cuidar com acompanhamento

Febre e dor no corpo sem sinais de alarme, em pessoa sem fatores de risco. Um clínico orienta a hidratação, o controle da febre, o que evitar e quais sinais vigiar - e indica exame se for o caso.

Avaliar mais cedo / pessoa de risco

Crianças pequenas, idosos, gestantes ou quem tem outras doenças; febre que não cede, vômitos ou pouca aceitação de líquido. Vale avaliação e, muitas vezes, exame (hemograma, teste de dengue).

Emergência - procure agora

Qualquer sinal de alarme: dor na barriga forte, vômitos que não param, sangramento, sonolência ou confusão, tontura ou desmaio, falta de ar, ou piora quando a febre cede. Vá a um pronto-socorro.

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Perguntas frequentes

Quais são os primeiros sintomas da dengue?

A dengue costuma começar de repente, com febre alta (em geral 39-40 °C), dor de cabeça, dor atrás dos olhos, dor no corpo e nas articulações, cansaço e falta de apetite. As manchas vermelhas na pele costumam aparecer um pouco depois, em geral entre o 3º e o 4º dia. O que mais chama atenção e diferencia de um resfriado é a combinação de febre alta de início súbito com dor no corpo intensa e dor atrás dos olhos, especialmente em época de surto na sua cidade.

Qual remédio não pode tomar com dengue?

Na dengue, não se deve tomar AAS (ácido acetilsalicílico, como a aspirina) nem anti-inflamatórios (AINEs, como ibuprofeno, diclofenaco, nimesulida e cetoprofeno) por conta própria, porque aumentam o risco de sangramento - uma das complicações da doença. Para febre e dor, o medicamento de escolha costuma ser o paracetamol, mas a dose e a indicação devem ser orientadas por um médico, sobretudo em crianças, gestantes e pessoas com outras doenças. Na dúvida sobre qualquer remédio, pergunte antes de tomar.

Quem está com dengue pode tomar dipirona?

A dipirona é usada em alguns casos para controlar febre e dor, mas essa é uma decisão que deve ser do médico, considerando o seu quadro. O que é consenso e vale como regra geral é evitar AAS (aspirina) e anti-inflamatórios por conta própria, pelo risco de sangramento. Por isso, em vez de escolher o remédio sozinho, o mais seguro é controlar a febre e a dor com paracetamol e conversar com um médico sobre o que usar - principalmente se você tem outras doenças ou está grávida.

Quanto tempo dura a dengue?

Na maioria dos casos, a fase aguda da dengue dura cerca de uma semana, com a febre durando de 2 a 7 dias. Depois disso, é comum ficar um período de cansaço e moleza que pode se estender por mais alguns dias ou semanas. O ponto importante é o período em que a febre cede, em geral entre o 3º e o 7º dia: é quando podem surgir os sinais de alarme, então é hora de atenção redobrada, e não de considerar que já passou.

Quando a dengue é mais perigosa?

O momento de maior risco costuma ser quando a febre começa a baixar, em geral entre o 3º e o 7º dia - parece contra a intuição, mas é nessa "fase crítica" que podem aparecer os sinais de alarme. Por isso, se a febre passou mas surgiram dor na barriga forte, vômitos que não param, sangramento, muita moleza ou tontura, procure atendimento sem demora. Crianças, idosos, gestantes e quem tem outras doenças têm mais risco e merecem avaliação mais cedo.

Como saber se é dengue, zika ou chikungunya?

As três são transmitidas pelo mesmo mosquito e têm sintomas que se misturam, então nem sempre dá para ter certeza só pelos sintomas. Em geral, a dengue chama atenção pela febre alta com dor no corpo e dor atrás dos olhos; a chikungunya pela dor nas articulações muito forte, que pode durar semanas; e a zika por um quadro mais leve, com manchas e coceira mais cedo e olhos vermelhos. Quem diferencia é o médico, que pode pedir exame para confirmar - e isso importa porque o acompanhamento muda.

Qual exame detecta dengue?

Os exames mais usados são o teste NS1 (que detecta uma proteína do vírus nos primeiros dias), a sorologia (anticorpos IgM e IgG) e o hemograma com contagem de plaquetas, que ajuda a acompanhar a evolução e a avaliar a gravidade. A escolha de qual exame fazer e quando depende dos dias de sintoma e do quadro, e deve ser definida pelo médico. Confirmar a dengue e olhar as plaquetas é justamente o que costuma exigir avaliação presencial, ao contrário da maioria das viroses.

Dá para cuidar da dengue por teleconsulta?

A teleconsulta ajuda muito na orientação: explicar os cuidados de suporte com segurança (hidratação, repouso, o que usar para a febre e, principalmente, o que evitar), deixar claros os sinais de alarme, ajudar a diferenciar de outras viroses e decidir quando buscar um exame ou um pronto-socorro. O que ela não substitui é o hemograma e a avaliação presencial diante de sinais de alarme ou em pessoas de mais risco - a dengue é um quadro em que olhar a plaqueta e confirmar o vírus muda a conduta. Ser honesto sobre esse limite faz parte do cuidado.

Fontes consultadas
  1. Ministério da Saúde (Brasil) — Dengue. gov.br/saude — Dengue
  2. NHS — Dengue. nhs.uk/conditions/dengue
  3. MedlinePlus — Dengue. medlineplus.gov/dengue
  4. CDC — About Dengue. cdc.gov/dengue/about
  5. Cleveland Clinic — Dengue Fever. my.clevelandclinic.org
  6. Merck Manual (Versão para Profissionais) — Dengue. merckmanuals.com
  7. CFM — Resolução nº 2.314/2022 (telemedicina). sistemas.cfm.org.br
Dr. Leonardo Silva Vieira Filho
Revisado por Dr. Leonardo Silva Vieira Filho

Médico generalista - CRM 33727/GO. Formação em Medicina pela Universidade Federal de Goiás (UFG), com experiência em urgência, emergência e Responsabilidade Técnica.

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Sobre este artigo: escrito pela equipe editorial do Plantão 24h com base em informações do Ministério da Saúde (Brasil), do NHS (Reino Unido), do MedlinePlus, do CDC, da Cleveland Clinic e do Merck Manual (Versão para Profissionais), na Resolução CFM nº 2.314/2022 de telemedicina, e em dado operacional da própria base de atendimentos. Revisão técnica pelo Dr. Leonardo Silva Vieira Filho (CRM 33727/GO). Atualizamos o conteúdo a cada 12 meses ou quando houver nova diretriz oficial. Este texto tem caráter educativo e não substitui consulta médica nem atendimento de urgência.

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